domingo, 6 de julho de 2008

Gafanhoto

Os gafanhotos são os insectos pertencentes à subordem Caelifera da ordem Orthoptera, caracterizados por terem o fémur das pernas posteriores muito grandes e fortes, o que lhes permite deslocarem-se aos saltos. Algumas espécies formam enormes enxames que podem devastar grandes áreas de cultura; no entanto, essas pragas são utilizadas por alguns povos como fonte de proteína.

Os gafanhotos são polífagos,se alimentam de folhas de vários tipos de plantas tais como: Citros, arroz, soja, eucaliptos e outras.

terça-feira, 10 de junho de 2008

Cartaxo Comum (Macho)

(Saxicola torquatus )

O peito laranja e a cabeça preta do cartaxo funcionam
como um semáforo, quando a ave se empoleira nos
postes e cercas das zonas abertas. Esta ave é uma das
mais fáceis de observar, devido à sua conspicuidade.

Identificação
Pequeno insectívoro de fácil identificação, especialmente
no caso do macho. Possui um característico padrão
preto na cabeça, contrastante com o colar branco e o
peito alaranjado. As fêmeas têm a plumagem menos
contrastada e podem ser confundidas com as de
cartaxo-nortenho, separando-se pela ausência de lista
superciliar esbranquiçada e de lista malar (bigode).
Vulgarmente é encontrado empoleirado em postes,
cercas e fios, locais que elege para observar as presas
(insectos) que captura.

segunda-feira, 9 de junho de 2008

Felosa-poliglota (Hippolais polyglotta)


A felosa-poliglota é uma espécie migradora transaariana, comum em Portugal Continental e que pode ser encontrada de norte a sul do país. Frequenta uma grande diversidade de habitats mas prefere matas ripícolas e sebes bem desenvolvidas, com arbustos e silvados.

domingo, 1 de junho de 2008

Libelinha

A libelinha é um insecto alado pertencente à sub-ordem Anisoptera. Como características distintivas contam-se o corpo fusiforme, com o abdómen muito alongado, olhos compostos e dois pares de asas semi-transparentes. As libelinhas são predadoras e alimentam-se de outros insectos, nomeadamente mosquitos e moscas. Este grupo tem distribuição mundial e tem preferência por habitats nas imediações de corpos de água estagnada (poças ou lagos temporários), zonas pantanosas ou perto de ribeiros e riachos. As larvas de libelinha (chamadas ninfas) são aquáticas, carnívoras e extremamente agressivas, podendo alimentar-se não só de insectos mas também de girinos e peixes juvenis.

Classificação científica:
Reino: Animalia
Filo: Arthropoda
Classe: Insecta
Ordem: Odonata
Subordem: Anisoptera

Libelinha

Libelinha

Verdilhão

Verdilhão Carduelis chloris

Nome científico: Carduelis Chloris

Nome em inglês: European Greenfinch

O verdelhão, pertencente á mesma Família - Fingillidae, e ao mesmo Género - Carduelis do pintassilgo, é uma ave muito conhecida nos campos em Portugal. Estando distribuidos pela Europa, Ásia Ocidental e África Setentrional, o verdilhão mede entre 14 e 15 centímetros, aproximadamente, e é facilmente distinguível através das suas tonalidades verdes e amareladas. Os machos possuem uma tonalidade mais intensa e um canto mais elaborado que as fémeas, enquanto que os jovens apresentam umverde acinzentado, pardo e raiado.

De temperamento sociável costuma frequentar os jardins, parques e campos cultivados onde procura o alimento que se baseia em sementes, cereais, gramínias e, raramente, insectos. Devido à abundância de alimentos e à sua condição de ave prolífera, pode realizar 3 posturas por ano, com 4 a 6 ovos, azul.claros com manchas pretas, incubados pela fêmea durante 12 a 14 dias. O seu periodo de nidificação situa-se entre Março e Abril. As crias nascem cobertas por uma fina penugem que mais tarde cairá para dar lugar às penas definitivas, permanecendo no ninho durante um periodo de 16 a 20 dias.

Não se pode dizer que os dilhões nascidos no nosso país, realizam verdadeiras migrações, mas sim curtas deslocações dentro da peninsula, embora no inverno possam procurar lugares de menor altitude e latitude.

Os machos realizam uma série de rituais para atrair a fêmea, levantando as asas e a cabeça, despegando a cauda em forma de abanador, ao mesmo tempo que soltam uma série de notas não muito melodiosas, com um ruido nasal, acabando com um forte assobio.

Verdilhão

domingo, 18 de maio de 2008

Borboleta

Borboleta

Borboleta




A
s borboletas constituem um importante grupo da família dos insetos e pertencem à ordem dos Lepidópteros, termo que significa literalmente “asas em escamas”. As escamas são coloridas e sobrepostas, formando desenhos intricados de rara beleza. As cores podem ser fortes, suaves, metálicas ou iridescentes, formadas por diferentes pigmentos e micro-texturas que, devido aos efeitos de refração e difração da luz incidente, conferem nuances das mais variadas tonalidades nas asas desse lindo animal.

Como os insetos, têm o esqueleto por fora do corpo, chamado exoesqueleto, que não apenas forma a estrutura de suporte, mas também revestem todo o corpo do animal, impedindo a perda de água, protegendo-as da desidratação total e das pressões ambientais.

Nas regiões tropicais, encontramos o maior número de espécies e as maiores e mais belas borboletas e mariposas, visto que o clima quente, a umidade e a grande variedade de plantas oferecem a elas condições ambientais favoráveis e alimento em abundância.

As borboletas variam em tamanho desde as mais minúsculas com cerca de 3 milímetros de tamanho Phyllocnistis spp até as maiores com pouco mais de 30 centímetros Attacus Atlas ou a Ornithoptera alexandrae com 28 cm de uma extremidade a outra de suas asas.

sexta-feira, 16 de maio de 2008

Mosca




Os dípteros terrestres mais importantes são as espécies de moscas que estão intimamente associadas às atividades humanas (sinantrópicas). Os substratos de desenvolvimento de suas formas imaturas variam, desde lixo orgânico nas áreas urbana e rural, até aqueles criados por práticas agriculturais, especialmente as relacionadas com o manejo e cuidado dos animais domésticos.

O grau de relacionamento com os humanos varia consideravelmente, dependendo da ecologia e comportamento da espécie de mosca envolvida. Pode-se distinguir grupos de moscas eussinantrópicas, hemissinantrópicas e simbovinas. Entre as eussinantrópicas são reconhecidas formas endófilas e exófilas. As endófilas são dependentes da ecologia humana (antropobiocenose), microclimática e troficamente, e são incapazes, em ambientes remotos, de aumentar numericamente, nunca atingindo populações grandes, longe das atividades humanas.

Algumas espécies, incluindo a Musca domestica L.., Stomoxys calcitrans (L.) (mosca dos estábulos) e Drosophila spp, provavelmente não poderiam existir ocupando suas amplas distribuições atuais na ausência dos humanos ou de nossa agricultura.

Mosca

Mosca

Mosca

Mosca

segunda-feira, 12 de maio de 2008

Zangão

O zangão é o único macho da colméia, não possui ferrão e, nasce de ovos não fecundados depositados pela rainha. Por não possuir órgãos de trabalho, o zangão não faz outra coisa a não ser voar à procura de uma rainha virgem para fecundá-la. Quase duas vezes maiores do que as operárias, a presença de zangões numa colméia é sinal de que a colônia está em franco desenvolvimento e de que há alimento em abundância. Apesar de não possuir órgãos de defesa ou de trabalho, o zangão é dotado de aparelhos sensitivos excepcionais: pode identificar, pelo olfato ou pela visão, rainhas virgens a dez quilômetros de distâncias.

quarta-feira, 7 de maio de 2008

Abelha

Reino: Animalia
Classe: Insecta
Ordem: Himenóptera
Sub-ordem: Apócrita
Família: Apidae
Sub-família: Apinae
Super-família: Apoidea
Tribo: Apini
Gênero: Apis
Espécie: Mellifera


Raças de abelhas
Região do Mediterrâneo Central e Sul Europeu:
Apis Ligústica
Apis Carnica
Apis Macedônia
Apis Sicula
Apis Cecropia

Há muitas
espécies diferentes de abelhas no mundo. Em 1974 estimava-se em 20.000 espécies,
das quais menos de 1.000 seriam sociais.


segunda-feira, 5 de maio de 2008

Caracol

O caracol é um molusco pulmonado e hermafrodita, isto é, o mesmo animal possui os dois sexos sendo, por isso, macho e fêmea ao mesmo tempo, produzindo espermatozóides e óvulos, que são os gâmetas masculinos e femininos, respectivamente.
Como, porém, os caracóis não se podem auto-fecundar, havendo necessidade de dois animais para que se copulem e um fecunde o outro, unindo espermatozóide com o óvulo, sem a qual não pode haver reprodução e, em consequência, criação.

sexta-feira, 2 de maio de 2008

Alvéola-amarela

Identificação: Ave de cauda comprida, partes inferiores amarelas e dorso esverdeado. A côr da plumagem de Verão da cabeça e do pescoço do macho, é diferente conforme a subespécie. A mais comum na Peninsula Ibérica, a Motacilla flava iberiae, possui a cabeça cinzenta, garganta branca e lista supraciliar estreita e branca.

Voz: O chamamento é um pio agudo. O canto é trissilábico num tom agudo arranhado, geralmente emitido de cima de um poleiro.

Habitat: Frequenta terrenos de aluvião próximos de água, pântanos e lodaçais.

Comportamentos: A Alvéola-amarela é uma ave migradora que parte para a África central em Agosto-Outubro regressando à Europa em Março-Maio.

Nidificação: Entre Maio e Junho a fêmea constroi o ninho no solo, dissimulado entre a vegetação. A postura é constituída por 5 a 6 ovos que são incubados durante 13 dias. As crias abandonam prematuramente o ninho passados 11 dias, quando ainda não são capazes de voar. Nalguns casos é efectuada uma segunda postura no mês de Julho.

Dieta: A Alvéola-amarela alimenta-se de insectos, larvas, gafanhotos, e pequenos moluscos.