domingo, 20 de março de 2011

Tritão-palmado (Lissotriton helveticus)

O tritão-palmado ou tritão-de-patas-espalmadas, Triturus helveticus, é um urodelo (anfíbio com cauda) pequeno que geralmente não ultrapassa os 8 cm de comprimento total O tritão-palmado (Lissotriton helveticus) é uma espécie de anfíbioo caudado pertencente à família Salamandridae. Pode ser encontrado na Europaa ocidental e do norte, em lagoas, lagos, canais, pauis, florestas, terrenos de pasto e agrícolas e por vezes em áreas costeiras. Passa o período de acasalamento (Fevereiro a Maio) na água, pondo 100 a 300 ovoss que eclodem em larvas dentro de 2 a 4 semanas. As larvas sofrem uma metamorfose dentro de 6 a 9 semanas. Em áreas mais frias, as larvas por vezes passam o inverno na água sofrendo a metamorfose apenas no ano seguinte. Tornam-se sexualmente maduros durante o segundo ano, mas também ocorre neoteniaa nesta espécie. Os adultos hibernam em terra, em baixo de troncos ou pedras, de Novembro a Março, ou, mais raramente, dentro de água.

domingo, 27 de fevereiro de 2011

Tarambola-dourada (Pluvialis apricaria)

Maior que os borrelhos as tarambolas são aves sociáveis, de tamanho médio (cerca de 27 cm). Frequenta terrenos agrícolas, muitas vezes na companhia de abibes. Encontra-se especialmente em zonas interiores, mas também frequenta as áreas costeiras, sobretudo as arenosas. Nidifica nas montanhas do norte da Europa e inverna no sul do continente. Em Portugal ocorre durante os meses mais frios.


domingo, 20 de fevereiro de 2011

Ganso-grande-de-testa-branca (Anser albifrons)

O ganso-grande-de-testa-branca (Anser albifrons) é uma ave parecida com o gamso - bravo, distinguindo-se pelas patas alaranjadas e pela testa branca. As suas zonas de nidificação situam-se para norte do Circulo Polar Árctico. Na Península Ibérica este ganso é muito raro.

domingo, 26 de dezembro de 2010

Alvéola-branca (Motacilla alba)


COMPRIMENTO 17cm-18cm; Peso: 23g; Nidificação: 5-6 ovos cinzentos com manchas castanhas, incubados 12-14 dias ♀; Taxonomia: Aves, Passeriformes, Motacillidae; Tipo de ocorrência: Residente; Estatuto: Pouco Preocupante


Esta espécie vive em muitas partes da Europa, Ásia e o norte da África. Alguns residem permanentemente nesses lugares, e outros migram para a África. É uma ave insectivora de campo aberto, encontrando-se com frequência perto de habitações e de água. Prefere áreas abertas para empolar, onde pode ver e perseguir as suas presas. Adapta-se a áreas urbanas procurando alimento em zonas pavimentadas, tais como parques de estacionamento.







domingo, 28 de novembro de 2010

Águia-de-asa-redonda (Buteo buteo)



Tem tipicamente entre 51-57 de comprimento e 110 a 130 cm de envergadura de asas. A sua plumagem é de cor diversificada, de indivíduo para indivíduo e conforme a estação do ano. Da sua alimentação fazem parte todo o género de pequenos roedores, desde ratos, coelhos, esquilos, coelhos, e até furões. Também se alimenta de aves mais pequenas, ou mesmo de carcaças de animais mortos. Esta espécie é frequentemente observada no alto de postes ou de árvores que utiliza como postos de vigia. Nidifica em árvores altas nas florestas ou bosques, nas montanhas e em escarpas rochosas.


 



segunda-feira, 1 de novembro de 2010

Águia-pesqueira (Pandion haliaetus)




Classe: Aves
Ordem: Falconiformes
Família: Pandionidae
Envergadura: até 1,70 m



A águia-pesqueira (Pandion haliaetus) é uma águia da família dos pandionídeos.
Trata-se de uma espécie de hábitos muito solitários, embora haja registos de ocorrências de bandos.
Geralmente, a águia-pesqueira é teimosa. Apenas na época de reprodução se verifica uma variedade de chamamentos e assobios na zona de nidificação. O casal é, normalmente, monógamo e a ligação dura uma estação.
Vista por baixo, a brancura da plumagem é evidente, destacando-se os "punhos" pretos. As partes superiores são acastanhadas. O padrão da cabeça é característico, devido à presença de uma máscara preta, que é facilmente visível quando a ave está pousada.
A Águia-pesqueira alimenta-se quase exclusivamente de peixe. As presas mais frequentes em Portugal são, nas zonas costeiras, os sargos e os robalos. Os ambientes estuarinos constituem também uma reserva importante de alimento, que inclui tainhas, entre outras espécies. De entre as espécies de água doce salientam-se as carpas como presas preferidas. O consumo diário ronda as 200-400 g de peixe.
O alimento é obtido debaixo de água, mergulhando a partir de uma altura variável, desde os 5 até aos 70 m. Mantém uma posição no ar enquanto procuram a presa, peneirando ou planando, lançando-se de seguida com uma inclinação de cerca de 45º, capturando-a com as patas esticadas para a frente.
Embora raramente, pode incluir na sua dieta pequenos mamíferos, aves, répteis, anfíbios e também crustáceos e outros invertebrados.