quinta-feira, 25 de março de 2010

Chapim-real (Parus major)


O chapim-real (Parus major), é o maior dos chapins portugueses e uma espécie bastante comum em toda a Europa e Ásia. Ele pode ter de 13 a 14 cm de comprimento e é facilmente identificado devido ao peito amarelo com uma faixa preta que liga a garganta ao abdômen. Os machos possuem um corpo maior que as fêmeas, uma cor amarelada mais forte, e uma faixa preta mais larga, é com base nestas características que podemos realizar a distinção entre os sexos dos Chapins Reais. O cantarolar destas aves é igual a qualquer outro chapim, no entanto, o chamamento mais conhecido é o "teacher-teacher" que se ouve na maioria das vezes na Primavera. Os Chapins Reais são maioritariamente insectívoros, isto é, a sua alimentação é essencialmente de insectos. A dieta dos Chapins Reais também envolve algumas sementes e frutas. Eles preferem alimentar-se de lagartas, aranhas, durante a época de reprodução, para alimentarem as suas crias, visto que os insectos são grandes fontes de proteínas.
O período de reprodução dos Chapins Reais começa em Março, estas aves normalmente reproduzem-se num buraco de uma árvore ou numa parede. O ninho é geralmente constituído por musgo, ervas, penas, plantas secas que permitem dar uma melhorar camuflagem, e consequentemente uma melhor protecção das suas crias. Os Chapins Reais felizmente não se encontram em riscos de extinção, uma vez que estas aves têm se adaptado bem aos novos meios que os rod
eiam.

quarta-feira, 24 de março de 2010

Estrelinha-real (Regulus ignicapilla)



A estrelinha-real (Regulus madeirensis) é uma pequena ave passeriforme, com 8 a 8,5 centímetros de comprimento.A estrelinha-real é um elemento da família Regulidae do género Regulus e até recentemente considerado como uma subspécie de Regulus ignicapillus.. A estrelinha real alimenta-se de insetos. Os seus ninhos são constituídos de teias de aranha, turfa e gravetos, suspensos em galhos de árvores e com a forma de uma bola.


sábado, 27 de fevereiro de 2010

Toutinegra-de-barrete-preto, (Sylvia atricapilla)




Ave bastante comum na nossa terra. Identifica-se facilmente pelo barrete negro nos machos e castanho nas fêmeas. Principalmente insectívora, alimenta-se também de pequenas bagas e frutos carnudos. Mede cerca de 13 a 15 cm de comprimento. Canta normalmente escondida e o seu canto é como um agradável murmúrio, semelhante ao da felosa-das-figueiras, no entanto mais curto e a terminar com notas flauteadas, claras e fortes.

domingo, 10 de janeiro de 2010

Pisco Ferreiro (Phoenicurus ochruros)


Pássaro da família dos Turdídeos, frequente em Portugal, também conhecido por rabeta, rabita, rabita-ferreira, rabirruiva, rouxinol-preto, pisco-ferreiro, é um insectívoro do tamanho de um pisco-de-peito-ruivo.O macho é preto com uma pequena mancha branca na asa e a fêmea e o juvenil são acastanhados.

sábado, 9 de janeiro de 2010

Tartaranhão-ruivo-dos-pauis


O taratranhão-ruivo-dos-pauis, simplesmente tartaranhão-dos-pauis ou águia-sapeira (Circus aeruginosus) é uma grande ave de rapina pertencente ao género Circus.Esta espécie tem uma vasta área de distribuição em toda a Europa, noroeste de África, parte norte do Médio Oriente e Ásia central.A cor do abdómen é ferrugínea. A fêmea tem a plumagem castanha-escura com elementos branco amarelados. Habita as estepes desertas, as zonas florestais e as grandes pradarias. Alimenta-se essencialmente de roedores, gafanhotos e grandes insectos, outras aves e lagartos. O comprimento do tartaranhão oscila entre os 43 e 50 centímetros e a sua envergadura varia entre os 115 e 140 centímetros. As fêmeas do tartaranhão são maiores do que os machos.

sábado, 12 de dezembro de 2009

Melro preto (femea) Turdus merula


Esta ave pode ser encontrada um pouco por toda a Europa, embora se aviste mais frequentemente na Península Ibérica. Está também presente no Norte de África e em alguns territórios da Ásia Central. Foi ainda introduzido na Austrália e na Nova Zelândia, pela mão humana, onde hoje não são muito populares.
O seu comprimento varia entre os 24 e os 27 cm. As asas têm um comprimento compreendido entre os 117 e os 118 mm. Normalmente pesa entre 75 e 120 g.
Esta espécie prefere os relvados amplos para procurar comida, por esse motivo é presença muito frequente nesses espaços, sobretudo ao início da manhã e ao fim da tarde. Esse comportamento levou a que se tornasse uma ave muito bem adaptada ao meio urbano, podendo ser encontrado no bairro mais movimentado, ou no meio das pessoas que passam, sem sentir qualquer receio das mesmas. É, no entanto, uma ave que pode ser encontrada em qualquer tipo de ambiente, aparecendo com muita frequência no meio das searas.

domingo, 18 de outubro de 2009

Cisne-mudo (Cygnus olor)


Este cisne mudo foi observado no rio Cávado em Fão mais própriamente na Área do Parque do Litoral Norte. A sua mansidão leva-nos a crer que seja uma ave que tenha fugido do cativeiro. Seja como for é lindo ver esta imponente ave voar. Fica aqui o registo da sua passagem no Cávado em Fão.