segunda-feira, 4 de maio de 2009

Maçarico-de-bico-direito


Comprimento:
36 - 40 cm
Caracteristicas: Limícola grande, de patas compridas e bico longo. No Verão, os machos apresentam a parte inferior do pescoço arruivada e o dorso castanho e preto malhado; as asas são cinzentas. No Inverno a parte superior é cinzenta-acastanhada muito malhada de preto; a parte inferior é branca.
Fenologia: Migrador e Invernante

domingo, 26 de abril de 2009

Bico-de-lacre (Estrilda astrild)

O Bico-de-lacre Estrilda astrild é uma espécie originária do continente africano, ocorrendo em toda a região situada a sul do paralelo 10º N, onde é essencialmente sedentária. Na Europa, foi introduzida pela primeira vez em Portugal no ano de 1964. Em Espanha, já foi observado em diversas regiões, tanto como resultado de introduções locais como, consequência da expansão que sofreu a partir do território português desde o final da década de 70.
Surgiram algumas dificuldades em explicar as verdadeiras causas da ocorrência do Bico-de-lacre em Portugal, sabendo-se porém que a espécie foi deliberadamente libertada por "passarinheiros", em pelo menos três locais distintos: Oeiras, Óbidos e Vila Franca de Xira e posteriormente no Algarve.
A expansão do Bico-de-lacre foi mais rápida ao longo da metade norte do país. Tal facto, poderá dever-se a uma maior disponibilidade de habitat. A partir da região oeste do país, o Bico-de-lacre expandiu-se à velocidade de cerca de 13 km por ano para norte e de 6 km por ano para sul.

sexta-feira, 24 de abril de 2009

Pato das Bahamas (Anas Bahamensis)



Este pato que fotografei no estuário do Cávado, possivelmente deve ter fugido de algum cativeiro.
Espécie natural da América do Sul, Estados Unidos da América, Gronelândia e Caraíbas.

terça-feira, 7 de abril de 2009

Pato-real Anas platyrhynchos (cria)


Esta cria de pato bravo com duas semanas nasceu no Parque Natural do Litoral Norte. As crias saem logo do ninho para se alimentar, pois são capazes de nadar desde muito cedo. Os jovens são capazes de voar com 50 – 60 dias de idade, atingindo a maturidade sexual com 1 ano.

domingo, 5 de abril de 2009

Garça-boieira (Bubulcus ibis)


Identificação: A garça-boieira faz parte da fauna de todos os continentes, com a excepção dos círculos polares. É menos esguia e de bico mais curto que qualquer uma das outras graças. Corpo compacto, de plumagem branca. Bico e pernas amarelo acinzentadas, tornando-se laranja rosado na época de reprodução. Neste período, a coroa, o peito e o manto adquirem um tom alaranjado.

sábado, 28 de março de 2009

Lagarto-de-água (Lacerta schreiberi)



Nome comum

Lagarto-de-água

Nome científico
Lacerta schreiberi

Identificação
Lagarto de tamanho médio e de aspecto robusto, que pode atingir 125 mm de comprimento cabeça-corpo. Possui uma longa cauda que pode medir até duas vezes o tamanho do corpo. Escamas da garganta de rebordo arredondado e não imbricadas. Escama occipital em geral grande e de forma trapezoidal. Escamas dorsais de aspecto arredondado a oval. Escamas ventrais distribuídas em oito filas longitudinais, e mais raramente em dez ou seis. Padrão de coloração dorsal variável, podendo apresentar tons esverdeados e amarelados com um ponteado negro relativamente denso e uniforme, a tons acastanhados com grandes manchas escuras. Ventre amarelado com um sem pigmentação escura, podendo apresentar na zona da garganta tonalidades azuis durante a época de reprodução, e esbranquiçadas no resto do ano.

Habitat
Ocorre em zonas relativamente húmidas, encontrando-se associado a habitats próximos de cursos de água com coberto vegetal denso. Habita preferencialmente os vales agrícolas, típicos das áreas montanhosas do norte do país, em locais onde o estrato arbóreo das margens é dominado por espécies como o amieiro, o vidoeiro, o castanheiro e o carvalho-alvarinho.

Reprodução
A actividade reprodutora decorre entre a Primavera e meados do Verão. Os acasalamentos podem observar-se desde Abril até Julho e as posturas são efectuadas em locais expostos e desprovidos de vegetação, geralmente entre Maio e Julho. O tamanho da postura varia entre 6-17 ovos, estando, em geral, dependente do comprimento das fêmeas. A eclosão ocorre após cerca de 2-3 meses de incobação. A maturidade sexual é atingida com um comprimento cabeça-corpo de 86-90 mm e com idades compreendidas entre os 3-4 anos de idade.

Curiosidades
A longevidade máxima detectada é de 8 anos.

A sua alimentação é baseada em pequenos invertebrados, em especial moscas, mosquitos, gafanhotos e escaravelhos. Ocasionalmente, inclui também frutos silvestres

domingo, 15 de março de 2009

Garça-branca-pequena (Egretta garzetta)


A garça-branca-pequena (Egretta garzetta) é ligeiramente maior do que a garça-boeira (aquela que geralmente está associada ao gado). Possui bico e patas pretas e pés amarelos. A plumagem é branca. Os adultos em plumagem nupcial têm um par de plumas na cabeça e apresentam loros amarelos (como a garça da foto). Em 1997, a população actual estava estimada em 1300 casais que se localizam, na sua quase totalidade, a sul do rio Tejo. Vivem na orla costeira, estuários, lagoas costeiras, pisciculturas, arrozais, valas, cursos de água, pauis, açudes e barragens.
Alimentam-se sobretudo de insectos aquáticos, crustáceos e pequenos peixes. Também comem moluscos, aranhas, vermes e pequenos vertebrados (anfíbios, répteis e aves). O alimento é obtido caminhando na vasa ou em água pouco profunda ou permanecendo imóvel à espera. Por vezes, agita a água e a lama com as patas para assustar e localizar as potenciais presas. Reproduz-se entre finais de Abril e finais de Junho. Normalmente faz apenas uma postura de 4 ovos, que incuba durante 21-22 dias. As crias estão aptas a voar ao fim de 40-45 dias. É uma espécie em geral não perseguida. Pode, no entanto, ser atingida indirectamente pelo facto de criar junto com as garças-boeiras, espécie cujos locais de nidificação são frequentemente destruídos.

sexta-feira, 13 de março de 2009

Cauda de Andorinha ( Papilio Macaon)



Esta Papilio Machaon é uma borboleta muito vulgar em Portugal, mas de difícil observação devido ao seu curto tempo de vida.

As borboletas são insectos da ordem Lepidoptera. Têm dois pares de asas membranosas cobertas de escamas e peças bucais adaptadas a sucção.

Distinguem-se das traças (mariposas) pelas antenas rectilíneas que terminam numa bola, pelos hábitos de vida diurnos, pela metamorfose que decorre dentro de uma crisálida rígida e pelo abdómen fino e alongado. Quando em repouso, as borboletas dobram as suas asas para cima.

As borboletas são importantes polinizadores de diversas espécies de plantas.

O ciclo de vida das borboletas engloba as seguintes etapas:

* ovo,
* larva, chamada também de lagarta ou taturana,
* pupa, que se desenvolve dentro da crisálida (ou casulo) e
* imago fase adulta.

domingo, 15 de fevereiro de 2009

Chapim-carvoeiro


Identificação

Pequeno chapim, do tamanho de um chapim-azul. Caracteriza-se pela cabeça preta, com as faces brancas
e uma mancha branca na nuca. Distingue-se do chapim-real pelo seu menor tamanho e pela ausência de
risca preta vertical no peito e no ventre.

Abundância e calendário
Esta espécie encontra-se associada às plantações de pinheiro-bravo, sendo localmente comum no litoral
norte e centro. Por vezes também ocorre em zonas urbanas. É uma ave residente que pode ser observada
durante todo o ano. É mais conspícuo na Primavera, quando o seu canto se faz ouvir
com frequência

domingo, 18 de janeiro de 2009

Lasiocampa quercus


A Lasiocampa quercus é uma borboleta de tamanho relativamente grande que voa nos meses de Verão na maior parte de Portugal, se bem que mais abundante na metade norte. Pertence à família Lasiocampidae que em latim significa "Lagarta peluda" . E não são? Esta espécie inverna na fase de lagarta e estas são bastante peludas e cloridas numa fase inicial, adquirindo tons mais sombrios à medida que a estação vai aquecendo dando lugar a grandes lagartas peludas de 10 cm que comem calmamente folhas de silvas, carvalhos, castanheiro e muitas outros arbustos, árvores e algumas herbáceas.
Na fase adulta, os machos voam erraticamente de dia à procura das fêmeas que se encontram poisadas nos troncos das árvores e silvados.
Esta espécie apresenta um tipo de crisálida (pupa) designada de terrestre. A origem da palavra crisálida vem do grego chrysos, que significa ouro, isto porque muitas espécies apresentam manchas ou pintas douradas. Muitas espécies utilizam casulos, como a Lasiocampa quercus, e estes tem como objectivo proteger a crisálida de agressões externas, como a secura, as temperaturas extremas, parasitismo e predação. A lagarta, antes de construir o casulo e se transformar em crisálida, procura um lugar recatado, tornando mais difícil a sua descoberta.

sábado, 10 de janeiro de 2009

Rola-do-mar (Arenaria interpres)



IDENTIFICAÇÃO E CARACTERÍSTICAS

A Rola-do-mar (Arenaria interpres) pertence à ordem dos Charadriiformes, família Scolopacidae e subfamília Arenariinae.

É uma limícola de pequenas dimensões (21-24 cm de comprimento e 44-49 cms de envergadura), robusta, com patas e bico curtos. A sua plumagem característica torna-a numa espécie de fácil identificação. Em quase todas as plumagens o bico é preto e as patas são alaranjadas. A plumagem nupcial é muito colorida; possuem marcas pretas na cabeça e uma banda preta no peito contrastando com a cor branca da parte inferior do corpo. No dorso e asas apresenta um padrão muito marcado e contrastante; o manto, as escapulares e as terciárias são preto-acastanhadas, com penas orladas a cor ferrugem e as pequenas e médias coberturas são cor de ferrugem. Nesta plumagem os machos distinguem-se pelo seu padrão mais vivo e menos acastanhado. De Inverno, a plumagem torna-se castanha-acinzentada com orlas brancas nas penas. Também as marcas faciais se tornam mais difusas.

Os juvenis são semelhantes aos adultos em plumagem de Inverno, com as penas do dorso orladas a castanho claro e as patas amareladas.

Em vôo apresentam um padrão único com dois painéis brancos nas asas e uma barra preta terminal na cauda.

sábado, 22 de novembro de 2008

Corvo Marinho de Faces Brancas (Phalacrocorax carbo)


O cormorão ou corvo-marinho-de-faces-brancas é uma ave do grupo dos pelecaniformes, com ampla distribuição geográfica. A espécie ocorre em todo o continente africano, Europa, Ásia central e do sul, Oceania e América do Norte. Habita principalmente zonas costeiras, mas também pode ser encontrado em lagos interiores, áreas pantanosas e estruturas artificiais como barragens.
O corvo-marinho-de-faces-brancas tem aproximadamente 90 cm de comprimento e cerca de 150 cm de envergadura. A sua plumagem é bicolor: preta com brilho esverdeado no dorso, asas e parte posterior do pescoço, e branca na zona da face, garganta, peito e ventre. Na época de reprodução, os adultos adquirem uma mancha branca na parte exterior das coxas. Como em todos os cormorões, o pescoço é longo e o bico é ligeiramente encurvado na ponta. Os olhos são verdes e a pele em seu redor é amarela. O papo verde é uma das características distintivas da espécie.
É uma ave de hábitos solitários, mas pode ser encontrada em grandes bandos em zonas ricas em alimento. O corvo-marinho-de-faces-brancas alimenta-se principalmente de peixes que pesca em mergulho, consumindo também anfíbios, crustáceos e moluscos. Após cada período de pesca, como todos os corvos-marinhos, descansa com as asas abertas ao sol de modo a secar as penas, que não são impermeáveis.
A época de reprodução decorre em alturas variáveis do ano, consoante a localização geográfica das populações. Os corvos-marinhos nidificam em colónias de centenas de casais, em locais que podem ser reaproveitados de ano para ano. Ao fim de algumas estações, as colónias ficam cobertas de guano, que pode ser explorado comercialmente como fertilizante. O ninho é pouco elaborado, construido com ramos em árvores perto de água, penhascos ou directamente no solo. Cada postura contém em média 3 a 4 ovos alongados de cor branca-esverdeada. A incubação é feita por ambos os membros do casal ao longo de 27 a 28 dias. Os juvenis recebem cuidados parentais dos dois progenitores durante cerca de dois meses.
O corvo-marinho-de-faces-brancas não se encontra em risco de extinção, embora algumas populações estejam ameaçadas por poluição e degradação de habitat, sobretudo junto de colónias de nidificação.

domingo, 16 de novembro de 2008

Galeirão Comum (Fulica atra)



Designação de aves nadadoras da família dos Ralídeos. O galeirão-comum (Fulica atra ) é um animal de tamanho semelhante aos dos patos, sendo o seu comprimento de cerca de 55 centímetros. Encontra-se geralmente em lagos e charcos de terras baixas com bastante vegetação. O adulto apresenta uma plumagem de cor preto-fuligem com bico branco e escudo frontal. O bico é curto e forte. A fêmea possui um colorido menos chamativo, sendo pardo-acinzentado. No Inverno é um animal gregário encontrando-se em grandes bandos nos lagos, albufeiras, baias abrigadas, etc. A sua alimentação é feita à base de insectos aquáticos, outros invertebrados e talvez peixes. Na época da reprodução os casais nidificantes isolam-se e defendem agressivamente os seus territórios. Os intrusos são combatidos pelas duas aves. A postura varia entre os cinco e doze ovos.

Maçarico-das-rochas (Actitis hypoleucos )

Identificação
Pequena limícola castanha e branca. A cabeça, o peito, o
dorso e as asas são castanhas. O ventre é branco, sem
riscas, sendo a linha divisória bastante bem marcada. As
patas são cinzentas ou esverdeadas.
A característica identificativa que mais facilmente permite
separar esta espécie de outras limícolas é a pequena
“língua” branca que a plumagem forma de ambos os lados
do pescoço.

Abundância e calendário

O maçarico-das-rochas é uma espécie relativamente
comum em Portugal e distribui-se um pouco por todo o
país, mas como raramente forma grandes bandos não
pode ser considerado uma espécie abundante. Frequenta
todo o tipo de zonas húmidas, sejam elas de água doce,
salobra ou salgada.

Pode ser observado ao longo de todo o ano. Na época de reprodução é relativamente escasso e ocorre
sobretudo na metade interior do território. Fora da época de reprodução é mais comum, ocorrendo então
com regularidade em praticamente todas as zonas húmidas do litoral português

terça-feira, 11 de novembro de 2008

Martim-pescador Guarda-rios (Alcedo atthis)


CARACTERÍSTICAS

- comprimento: 15 -16 cm
- bico:
fêmea: preto avermelhado
macho: preto
- cor: parte superior azul esverdeada e parte inferior laranja avermelhada brilhante;

HABITAT

O Guarda Rios é residente em grande parte da Europa inclusive em Portugal.
Esta
espécie está confinada a rios e ribeiros, sendo esta visível no Rio Cávado.


MODO DE VIDA

- alimenta-se de peixe (que caça no rio efectuando rápidos mergulhos) do local onde se encontram pousadas, as aves determinam a posição de um pequeno peixe lançando-se depois, de um golpe no ponto marcado na água;
- o Guarda Rios põe cerca de 6 a 7 ovos brancos num ninho que é um buraco num talude;
- o período de incubação é de cerca de 20 dias;

domingo, 9 de novembro de 2008

Fuinha dos juncos (Cisticola juncidis)


A fuinha-dos-juncos (Cisticola juncidis)

É um pás
saro da família Cisticolidae . É uma ave pequena, castanha e com o dorso riscado, que se esconde frequentemente por entre a vegetação, podendo por isso ser dificil de observar. Contudo, o seu canto, emitido em voo, torna esta pequena ave muito conspícua. O canto faz lembrar o som de um insecto e consiste numa única nota emitida a intervalos de cerca de 1 segundo: "zit... zit... zit...".

O seu ninho é construído no solo, por entre as ervas. Esta espécie distribui-se pelo sul da Europa e por uma grande parte de África. Em Portugal é comum em espaços abertos, sendo especialmente numerosa nas terras baixas do litoral. A fuinha-dos-juncos é uma ave muito sensível ás baixas temperaturas, o que explica em parte a sua escassez nas zonas seranas do interior nore e centro.

domingo, 2 de novembro de 2008

O Pintassilgo-Comum (Carduelis carduelis)




Dados biomorfométricos forma nominal: Comprimento médio: 13cm; peso: 13-18g: bico: 11-16mm; asas 73-­83mm.

Descrição

Macho adulto: Bico cinza esbranqui­çado, ápice do bico negra que no perío­do reprodutivo tende a ficar branco perolado; perímetro do bico circundado por penas negras (bigode) que juntam na superfície anterior dos olhos; típica máscara vermelha alaranjada que se estende distalmente além da margem posterior do olho; face branca mais ou menos infiltrada de marron; vértice, nuca e lados do pescoço negros; dorso marrons; sobrecauda branca; asas e cauda negro-brilhante; bordas das asas amarelo-ouro típico dos carduelídeos; flancos marron; peito branco infiltrado de marrom; ventre e sobre-cauda brancos; patas marrom-rosado.

A fêmea adulta difere do macho por pequenas particularidades que somente o olho mais esperto consegue observar (pode-se dizer que esta espécie não apresenta um nítido dimorfismo sexual): a cabeça é mais arredondada, a máscara vermelha é mais restrita e não ultrapassa a metade do olho, o negro das asas e da cauda é ligeiramente mais opaco do que o do macho, os ombros (pequenas cober­teiras alares) são cinza esverdeado quase negro (esta última particularidade é muito importante para distinguir precocemente o sexo dos novos).

Os jovens participam com os adultos somente as asas e a cauda; o resto da plumagem se apresenta de cor cinza esbranquiçado, manchando de maneira confusa a estrutura marrom enegrecida determinantes para o mimetismo dos pró­prios.




quinta-feira, 28 de agosto de 2008

Asilidae ( Díptera)

Depois de muito tentar, consegui fotografar esta super mosca em plena actividade a quem os Americanos e Ingleses chamam de Rober Fly.

Estas moscas pertencem á família Asilidae e penso que esta espécie é a Asilus cbroniformes.São grandes moscas predadoras que se alimentam de outros insectos, ( que capturam em pleno voo), e também aranhas.

Caçam agressivamente qualquer insecto que posam dobrar, incluindo aqueles com boas defesas como abelhas ou vespas. Após a captura, imobiliza-os, e mata-os com o uso da saliva paralisante, injectada através da hipofaringe. O conteúdo liquido da presa é então sugado pela probóscide.

segunda-feira, 18 de agosto de 2008

sexta-feira, 15 de agosto de 2008

Ganso-do-Egito ( Alopochen aegyptiacus )


Ordem: Anseriformes

Família:
Anatidae

Nome popular:
Ganso do Egito

Nome em inglês:
Egyptian goose

Nome científico:
Alopochen aegyptiacus

Distribuição geográfica:
África subsaariana

Habitat:
Bacias hidrográficas em regiões florestais e de savana

Hábitos alimentares:
Vegetais, pequenos invertebrados e sementes.

Reprodução:
postura de 5 a 12 ovos, incubados por cerca de um mês.

Período de vida:
cerca de vinte anos

O ganso-do-egito é um tanto diferente dos outros gansos, e é uma espécie relativamente pacífica. São adultos quando atingem dois anos, ao atingirem a maturidade sexual. Durante um mês, o casal incuba de 5 a 12 ovos, que ao nascerem seguirão a primeira coisa que virem como sua mãe. Este fenômeno ganhou o nome de “Imprinting” dos cientistas, e pode ser entendido como “Estampagem de comportamento”. É como um aprendizado quase instantâneo, e muito difícil de ser esquecido. Este comportamento ficará “estampado” no indivíduo, às vezes por toda a vida, e já originou situações engraçadas como gansinhos adotando pessoas, cachorros e até baldes como suas mães.

domingo, 3 de agosto de 2008

Graphosoma lineatum


Comprimento: 8-12 milímetros

(Família Pentatomidae)

Este insecto perdomina nas zonas quentes da Europa e não teme a predação das aves porque tem um gosto bastante desagradável.

Gafanhoto

domingo, 6 de julho de 2008

Gafanhoto

Os gafanhotos são os insectos pertencentes à subordem Caelifera da ordem Orthoptera, caracterizados por terem o fémur das pernas posteriores muito grandes e fortes, o que lhes permite deslocarem-se aos saltos. Algumas espécies formam enormes enxames que podem devastar grandes áreas de cultura; no entanto, essas pragas são utilizadas por alguns povos como fonte de proteína.

Os gafanhotos são polífagos,se alimentam de folhas de vários tipos de plantas tais como: Citros, arroz, soja, eucaliptos e outras.

terça-feira, 10 de junho de 2008

Cartaxo Comum (Macho)

(Saxicola torquatus )

O peito laranja e a cabeça preta do cartaxo funcionam
como um semáforo, quando a ave se empoleira nos
postes e cercas das zonas abertas. Esta ave é uma das
mais fáceis de observar, devido à sua conspicuidade.

Identificação
Pequeno insectívoro de fácil identificação, especialmente
no caso do macho. Possui um característico padrão
preto na cabeça, contrastante com o colar branco e o
peito alaranjado. As fêmeas têm a plumagem menos
contrastada e podem ser confundidas com as de
cartaxo-nortenho, separando-se pela ausência de lista
superciliar esbranquiçada e de lista malar (bigode).
Vulgarmente é encontrado empoleirado em postes,
cercas e fios, locais que elege para observar as presas
(insectos) que captura.

segunda-feira, 9 de junho de 2008

Felosa-poliglota (Hippolais polyglotta)


A felosa-poliglota é uma espécie migradora transaariana, comum em Portugal Continental e que pode ser encontrada de norte a sul do país. Frequenta uma grande diversidade de habitats mas prefere matas ripícolas e sebes bem desenvolvidas, com arbustos e silvados.

domingo, 1 de junho de 2008

Libelinha

A libelinha é um insecto alado pertencente à sub-ordem Anisoptera. Como características distintivas contam-se o corpo fusiforme, com o abdómen muito alongado, olhos compostos e dois pares de asas semi-transparentes. As libelinhas são predadoras e alimentam-se de outros insectos, nomeadamente mosquitos e moscas. Este grupo tem distribuição mundial e tem preferência por habitats nas imediações de corpos de água estagnada (poças ou lagos temporários), zonas pantanosas ou perto de ribeiros e riachos. As larvas de libelinha (chamadas ninfas) são aquáticas, carnívoras e extremamente agressivas, podendo alimentar-se não só de insectos mas também de girinos e peixes juvenis.

Classificação científica:
Reino: Animalia
Filo: Arthropoda
Classe: Insecta
Ordem: Odonata
Subordem: Anisoptera

Libelinha

Libelinha

Verdilhão

Verdilhão Carduelis chloris

Nome científico: Carduelis Chloris

Nome em inglês: European Greenfinch

O verdelhão, pertencente á mesma Família - Fingillidae, e ao mesmo Género - Carduelis do pintassilgo, é uma ave muito conhecida nos campos em Portugal. Estando distribuidos pela Europa, Ásia Ocidental e África Setentrional, o verdilhão mede entre 14 e 15 centímetros, aproximadamente, e é facilmente distinguível através das suas tonalidades verdes e amareladas. Os machos possuem uma tonalidade mais intensa e um canto mais elaborado que as fémeas, enquanto que os jovens apresentam umverde acinzentado, pardo e raiado.

De temperamento sociável costuma frequentar os jardins, parques e campos cultivados onde procura o alimento que se baseia em sementes, cereais, gramínias e, raramente, insectos. Devido à abundância de alimentos e à sua condição de ave prolífera, pode realizar 3 posturas por ano, com 4 a 6 ovos, azul.claros com manchas pretas, incubados pela fêmea durante 12 a 14 dias. O seu periodo de nidificação situa-se entre Março e Abril. As crias nascem cobertas por uma fina penugem que mais tarde cairá para dar lugar às penas definitivas, permanecendo no ninho durante um periodo de 16 a 20 dias.

Não se pode dizer que os dilhões nascidos no nosso país, realizam verdadeiras migrações, mas sim curtas deslocações dentro da peninsula, embora no inverno possam procurar lugares de menor altitude e latitude.

Os machos realizam uma série de rituais para atrair a fêmea, levantando as asas e a cabeça, despegando a cauda em forma de abanador, ao mesmo tempo que soltam uma série de notas não muito melodiosas, com um ruido nasal, acabando com um forte assobio.

Verdilhão

domingo, 18 de maio de 2008

Borboleta

Borboleta

Borboleta




A
s borboletas constituem um importante grupo da família dos insetos e pertencem à ordem dos Lepidópteros, termo que significa literalmente “asas em escamas”. As escamas são coloridas e sobrepostas, formando desenhos intricados de rara beleza. As cores podem ser fortes, suaves, metálicas ou iridescentes, formadas por diferentes pigmentos e micro-texturas que, devido aos efeitos de refração e difração da luz incidente, conferem nuances das mais variadas tonalidades nas asas desse lindo animal.

Como os insetos, têm o esqueleto por fora do corpo, chamado exoesqueleto, que não apenas forma a estrutura de suporte, mas também revestem todo o corpo do animal, impedindo a perda de água, protegendo-as da desidratação total e das pressões ambientais.

Nas regiões tropicais, encontramos o maior número de espécies e as maiores e mais belas borboletas e mariposas, visto que o clima quente, a umidade e a grande variedade de plantas oferecem a elas condições ambientais favoráveis e alimento em abundância.

As borboletas variam em tamanho desde as mais minúsculas com cerca de 3 milímetros de tamanho Phyllocnistis spp até as maiores com pouco mais de 30 centímetros Attacus Atlas ou a Ornithoptera alexandrae com 28 cm de uma extremidade a outra de suas asas.

sexta-feira, 16 de maio de 2008

Mosca




Os dípteros terrestres mais importantes são as espécies de moscas que estão intimamente associadas às atividades humanas (sinantrópicas). Os substratos de desenvolvimento de suas formas imaturas variam, desde lixo orgânico nas áreas urbana e rural, até aqueles criados por práticas agriculturais, especialmente as relacionadas com o manejo e cuidado dos animais domésticos.

O grau de relacionamento com os humanos varia consideravelmente, dependendo da ecologia e comportamento da espécie de mosca envolvida. Pode-se distinguir grupos de moscas eussinantrópicas, hemissinantrópicas e simbovinas. Entre as eussinantrópicas são reconhecidas formas endófilas e exófilas. As endófilas são dependentes da ecologia humana (antropobiocenose), microclimática e troficamente, e são incapazes, em ambientes remotos, de aumentar numericamente, nunca atingindo populações grandes, longe das atividades humanas.

Algumas espécies, incluindo a Musca domestica L.., Stomoxys calcitrans (L.) (mosca dos estábulos) e Drosophila spp, provavelmente não poderiam existir ocupando suas amplas distribuições atuais na ausência dos humanos ou de nossa agricultura.

Mosca

Mosca

Mosca

Mosca

segunda-feira, 12 de maio de 2008

Zangão

O zangão é o único macho da colméia, não possui ferrão e, nasce de ovos não fecundados depositados pela rainha. Por não possuir órgãos de trabalho, o zangão não faz outra coisa a não ser voar à procura de uma rainha virgem para fecundá-la. Quase duas vezes maiores do que as operárias, a presença de zangões numa colméia é sinal de que a colônia está em franco desenvolvimento e de que há alimento em abundância. Apesar de não possuir órgãos de defesa ou de trabalho, o zangão é dotado de aparelhos sensitivos excepcionais: pode identificar, pelo olfato ou pela visão, rainhas virgens a dez quilômetros de distâncias.

quarta-feira, 7 de maio de 2008

Abelha

Reino: Animalia
Classe: Insecta
Ordem: Himenóptera
Sub-ordem: Apócrita
Família: Apidae
Sub-família: Apinae
Super-família: Apoidea
Tribo: Apini
Gênero: Apis
Espécie: Mellifera


Raças de abelhas
Região do Mediterrâneo Central e Sul Europeu:
Apis Ligústica
Apis Carnica
Apis Macedônia
Apis Sicula
Apis Cecropia

Há muitas
espécies diferentes de abelhas no mundo. Em 1974 estimava-se em 20.000 espécies,
das quais menos de 1.000 seriam sociais.


segunda-feira, 5 de maio de 2008

Caracol

O caracol é um molusco pulmonado e hermafrodita, isto é, o mesmo animal possui os dois sexos sendo, por isso, macho e fêmea ao mesmo tempo, produzindo espermatozóides e óvulos, que são os gâmetas masculinos e femininos, respectivamente.
Como, porém, os caracóis não se podem auto-fecundar, havendo necessidade de dois animais para que se copulem e um fecunde o outro, unindo espermatozóide com o óvulo, sem a qual não pode haver reprodução e, em consequência, criação.

sexta-feira, 2 de maio de 2008

Alvéola-amarela

Identificação: Ave de cauda comprida, partes inferiores amarelas e dorso esverdeado. A côr da plumagem de Verão da cabeça e do pescoço do macho, é diferente conforme a subespécie. A mais comum na Peninsula Ibérica, a Motacilla flava iberiae, possui a cabeça cinzenta, garganta branca e lista supraciliar estreita e branca.

Voz: O chamamento é um pio agudo. O canto é trissilábico num tom agudo arranhado, geralmente emitido de cima de um poleiro.

Habitat: Frequenta terrenos de aluvião próximos de água, pântanos e lodaçais.

Comportamentos: A Alvéola-amarela é uma ave migradora que parte para a África central em Agosto-Outubro regressando à Europa em Março-Maio.

Nidificação: Entre Maio e Junho a fêmea constroi o ninho no solo, dissimulado entre a vegetação. A postura é constituída por 5 a 6 ovos que são incubados durante 13 dias. As crias abandonam prematuramente o ninho passados 11 dias, quando ainda não são capazes de voar. Nalguns casos é efectuada uma segunda postura no mês de Julho.

Dieta: A Alvéola-amarela alimenta-se de insectos, larvas, gafanhotos, e pequenos moluscos.

Rã-verde

A Rã-verde ou Rã-comum, Rana perezi, é o anfíbio mais abundante e fácil de observar em Portugal. Geralmente não ultrapassa os 7 cm de comprimento. Possui olhos proeminentes, próximos entre si, com pupila horizontal. Os tímpanos, situados atrás dos olhos, são bem visíveis, o que a distingue da Rã-ibérica (R. ibérica). Os membros posteriores são compridos e com membrana interdigital bem desenvolvida. Distingue-se facilmente da Rã-de-focinho-ponteagudo (Discoglossos galganoi) porque os membros posteriores, quando esticados na direcção do focinho o ultrapassam. A coloração dorsal é esverdeada ou acastanhada (por vezes surgem exemplares muito escuros) com manchas escuras de disposição irregular. Tem duas pregas glandulares muito marcadas dorso-lateralmente e com frequência possui uma linha vertebral verde clara. Ventralmente é esbranquiçada com manchas cinzentas de tamanho variável.

Os machos apresentam um saco vocal externo de cor cinzenta. Quando o saco vocal não está insuflado, é fácil observar as pregas cutâneas de cada lado da boca. Os machos têm os membros anteriores proporcionalmente maiores, com ante-braços mais robustos. Na época de reprodução têm calosidades nupciais escuras na parte interna do 1º dedo. As fêmeas são em geral maiores que os machos. Os girinos desta espécie podem atingir 7 cm de comprimento mas ao eclodirem medem entre 4 a 6 mm. Têm espiráculo lateral. Superiormente são esverdeados com manchas ou pontos escuros. A cauda apresenta manchas ou linhas escuras bem visíveis e é afilada na extremidade.



quinta-feira, 1 de maio de 2008

Louva-a-deus

O louva-a-deus também chamado põe-mesa, ponhamesa, esperança e bendito, dentre inúmeros nomes populares -- é um inseto mantóide, pertencente à família Mantidae. Existem cerca de 2.000 espécies diferentes, a maioria das quais vivendo em ambiente tropical e subtropical. No Brasil, as mais comuns são a Stagmatoptera precaria (verde) e a Acanthrops falcataria (cor de folha seca). Mede entre 5 e 10 centímetros de comprimento.

Não possui veneno. É um predador voraz e se alimenta caçando moscas e pulgões. Durante o ritual de acasalamento, é comum que a fêmea alimente-se do macho durante ou no final do ato.

Seu nome popular é devido ao fato de que quando pousado, o louva-a-deus adota uma posição com as patas dianteiras postas, os joelhos dobrados e os olhos voltados para o céu, como em oração.